Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Rodrigues, Raissa Silva |
Orientador(a): |
Silva, Heitor de Andrade |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/52603
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Resumo: |
O expressivo número de unidades habitacionais ofertadas pelos programas habitacionais Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), criado em 2009, têm apresentado baixos índices de qualidade arquitetônica, segundo critérios funcionais. Dentre as principais problemáticas, está a desconsideração das dinâmicas familiares nos projetos das Habitações de Interesse Social (HIS), refletida nas plantas padronizadas e replicadas pelas construtoras, gerando inadequações que impactam diretamente nos espaços das moradias. Nesse contexto, busca-se responder à seguinte questão de pesquisa: em que medida as HIS da Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP), Paraíba, construídas entre 2011 e 2022, são adequadas aos moradores, considerando-se parâmetros de qualidade arquitetônica? O objetivo geral da investigação consiste em analisar a qualidade arquitetônica das HIS na RMJP, com ênfase na adequação do espaço funcional, na articulação e na personalização das unidades habitacionais construídas. A estratégia metodológica adotada refere-se a análise da adequação espaço-funcional, articulação e personalização por meio de uma adaptação do método de definição e avaliação da qualidade arquitetônica habitacional, desenvolvido por João Branco Pedro (2000). Os resultados revelam que os desempenho das HIS na Região Metropolitana de João Pessoa, Paraíba, apresentaram um aumento dos níveis de qualidade com o decorrer dos anos. Todavia, a reprodução de uma das habitações no ano de 2022 – Residencial Rosa Luxemburgo – impactou o crescimento qualitativo, reduzindo à níveis mínimos de qualidade, o que representou limitações na espaciosidade, funcionalidade e privacidades dos espaços. Pode-se concluir que o dimensionamento e os usos dos espaços tratam de atributos que devem estar intrínsecos ao projeto, demonstrando por parte do projetista um comprometimento com as atividades diárias e com o convívio familiar. |