Os grupos teatrais da UFRN e suas resistências

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Martins, Oceni da Silva
Orientador(a): Vieira, Marcilio de Souza
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/27464
Resumo: Esta pesquisa mapeia os grupos teatrais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Campus central de Natal-RN, entre os anos de 1993 até o primeiro semestre de 2018, na tentativa de compreender estéticas, suas organizações e formas de trabalho; além da necessidade de refletir a existência dos mesmos na perspectiva da resistência. A intenção desse mapeamento é, de certa maneira, inventariar os grupos teatrais em atividade, bem como aqueles que não mais existem, para, inclusive, entender como essa formação de grupo contribuiu para a organização teatral na UFRN, em especial, aqueles criados no interior do Departamento de Artes dessa Universidade. Além do inventário, faz-se necessário o diálogo com integrantes desses grupos, refletindo as formações desenvolvidas dentro dos seus processos de criação. Os grupos teatrais mapeados foram: Arkhétypos, Cores, Eureka, Grupo Popular de Teatro (GPT), Pele de Fulô, Cruor Arte Contemporânea e a Cia GABOTUN, dentre os quais, estão inativos a Cia GABOTUN, o Grupo Eureka e o Cruor Arte Contemporânea. Desse mapeamento surgiu a seguinte questão: Qual a importância de um aluno em formação participar de um grupo de teatro na universidade? Ressaltese que essa dissertação assentase na pesquisa qualitativa de cunho descritivo, tomando por base as ideias de Marconi & Lakatos (2003), e tem como viés a análise de conteúdo, considerando a abordagem de Bardin (1977). A investigação se configura na observação da análise e registro dos fenômenos que envolvem os grupos teatrais, ressaltando a importância de um olhar externo como pesquisadora sem a introdução de conteúdos pré-estabelecidos. Fundamenta-se teoricamente através de autores como Almeida (2007), Antônio Araújo (2008), Bezerra (2002), Boal (1975), Carreira (2006), Corradini (2010), Martins (2018), Vieira (2016) dentre outros que tratam da temática desenvolvida.