Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Mascarenhas, Guilherme Paim |
Orientador(a): |
Pinheiro, José de Queiroz |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/24815
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Resumo: |
Embora normalmente associada a meios de transporte, a mobilidade é uma característica fundamental da vida do ser humano e pode ser expressa de diversas maneiras. A circulação humana pelos espaços é uma das possibilidades de mobilidade, que mudou desde o advento do automóvel. Enquanto as cidades criaram espaços para os carros, a indústria automotiva, que enfrentava uma péssima reputação no início dos anos 20, tanto introduziu a ideia do pedestre imprudente quanto naturalizou os acidentes de trânsito. O uso da bicicleta não escapa desta lógica, que responsabiliza os mais vulneráveis. Diante deste cenário, o objetivo geral deste estudo é investigar a relação dos usuários de bicicleta com os aspectos ambientais e normativos do trânsito urbano. O presente trabalho possui caráter exploratório e aplicou diferentes técnicas de produção de dados devido à complexidade do objeto, em duas etapas: 1) mapeamento comportamental centrado no lugar; 2) o mapeamento comportamental centrado na pessoa e a entrevista com base em vídeos. Os dados revelaram algumas das formas de relação: uso obrigatório ou opcional do capacete, discursos sobre o código de trânsito, linguagem corporal durante o ciclismo e os comportamentos que não seguiram os padrões. Os resultados demonstraram que os ambientes do trânsito fazem com que os ciclistas adotem movimentos que, por vezes, vão de encontro ao Código de Trânsito Brasileiro. |