Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
SANTOS, Valéria Amaral dos |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
UFRA/ Campus Belém
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufra.edu.br/jspui/handle/123456789/1319
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Resumo: |
A utilização de anestésicos na aquicultura é cada vez mais frequente para minimizar os danos causados pelo manejo durante o processo de cultivo. Este trabalho verificou a utilização do cunambi, Clibadium surinamense L como anestésico para tambaquis. Para identificar o tempo de indução anestésica, os peixes foram expostos individualmente a diferentes concentrações do extrato aquoso da planta em aquários com capacidade para 3L, durante 10 minutos para a avaliação da dose ideal. Após a indução os peixes foram para aquários livres do extrato aquoso da planta para avaliar o tempo de recuperação. Após a recuperação ao anestésico, foi monitorada a mortalidade e a qualidade de água em cada aquário experimental. Assim como a análise química do solo para verificar se houve influência entre o solo e o material botânico em estudo, do mesmo modo que a identificação das distintas substancias contidas nos extratos aquosos das folhas, através da análise por Gasosa Acoplada a Espectrometria de Massas (CG-EM), onde observou-se que a presença de duas substancias (o cunaniol e outra substancia não identificada), sendo esta última majoritária na fração. De acordo com os dados encontrados para o estudo de transporte, não houve diferença significativa entre as concentrações para o tempo de indução, demonstrando que o tempo de indução do extrato aquoso de cunambí é semelhante estatisticamente para todas as concentrações testadas, entretanto para o tempo de recuperação houve diferença significativa entre as concentrações testadas. Após a simulação do transporte, de acordo com o teste t, constatou-se que a concentração de 1ml/l, é significativa para diminuir a mortalidade dos alevinos de tambaqui durante o transporte de 12 horas de duração. Para a realização de biometria a concentração de 0,5 ml/L foi o tratamento que necessitou de maior tempo para atingir o estágio de indução desejado de sedação profunda (7,4 minutos), contudo houve diferença significativa em relação às concentrações de 1,5 (16,6 min) e 2,5 ml/l. (23.7 min) Entretanto, a concentração de 0,5 ml/L é a ideal para o procedimento de biometria e breve manejo. Os resultados obtidos sugerem que o cunambí é uma excelente alternativa na indução anestésica do tambaqui no transporte e biometria. |