Simulação do impacto econômico-financeiro e avaliação do índice de prenhez em diferentes relações touro: vaca em bovinos de corte

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Bannach, Eduardo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/1884/26523
Resumo: Resumo: O rebanho bovino brasileiro é o segundo maior rebanho do mundo, perdendo apenas para a Índia. Sabe-se que mais de 90% dos bezerros nascidos no Brasil são oriundos da monta natural, tornando o touro responsável por grande parte da eficiência reprodutiva do rebanho, devido a fertilização de um grande número de fêmeas. O touro é, portanto, um componente fundamental neste sistema e também pelo seu custo de aquisição deve ser muito bem selecionado. Este trabalho é composto por dois capítulos que abordam sobre a readequação da proporção touro:vaca em rebanhos de corte. O primeiro capítulo é uma revisão da literatura que contempla o manejo reprodutivo de bovinos de corte no Brasil e a capacidade reprodutiva dos touros zebuínos, encerrando com uma simulação que analisa o impacto conômico-financeiro de se utilizar 1 touro para 60 vacas ou 1 touro para 30 vacas, em condições de manejo semi-intensivo no estado do Paraná. Esta simulação concluiu que a utilização de 1 touro para 60 vacas é uma alternativa viável do ponto de vista econômico-financeiro, havendo economia de R$78,50 por bezerro desmamado em relação à proporção 1:30. O segundo capítulo refere-se ao trabalho realizado em uma propriedade do município de Ivaiporã, no estado do Paraná, comparando as taxas de prenhez obtidas em lotes utilizando as proporções touro:vaca 1:25, 1:75 e 1:100. Houve diferença nas taxas de prenhez somente durante o primeiro mês de estação de monta, sendo que a proporção 1:75 apresentou desempenho superior às demais (58% vs. 34 e 37% nas proporções 1:25 e 1:100, respectivamente). As diferenças podem estar associadas com o número de vacas em anestro em cada grupo.