Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Tucunduva, Bruno Barth Pinto |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/1884/25720
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Resumo: |
Resumo: Apesar do amplo reconhecimento da atividade física para a promoção da saúde, existe a prevalência do sedentarismo na sociedade moderna. A análise histórica indica que o fundamento de atuação da educação física é baseado em uma noção biomédica de homem, o que limita a abordagem profissional a uma tradição funcionalista de trato com o corpo e o movimento. No entanto, pesquisas recentes indicam a relevância da formação da cultura corporal enquanto forma de promoção de um estilo de vida ativo. A fim de verificar a relação entre o nível de atividade física e o nível de cultura corporal, 310 universitários responderam a um questionário. A pesquisa revelou que o alto nível de cultura corporal tem uma associação significativa tanto com o nível mínimo quanto com o nível complementar de atividade física para promoção de benefícios a saúde (p>0,01). Essa é uma evidência de que os conteúdos necessários para influenciar o comportamento motor do público devem contemplar a formação da cultura corporal e respeitar a complexidade da motricidade humana. Reconhecer a atividade física em seu potencial cultural é aprofundar a compreensão de traços e tendências epidemiológicas que expliquem o processo de aderência ao exercício físico. |