Gênero e educação física em escolas federais de ensino médio da cidade de Pelotas-RS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Souza, Catiúcia Almeida de
Orientador(a): Frizzo, Giovanni Felipe Ernst
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Educação Física
Departamento: Escola Superior de Educação Física
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7735
Resumo: O presente estudo teve como objetivo analisar como se expressam as desigualdades de gênero nas aulas de Educação Física das Escolas de Ensino Médio da cidade de Pelotas-RS. Justifica-se a escolha do tema em função da necessidade de ampliar a discussão acerca das questões de gênero dentro do ambiente escolar, de modo que todos os sujeitos que pertencem a esse ambiente sejam igualmente vistos e que o combate às opressões seja prioridade dentro da escola, principalmente nas aulas de educação física. A pesquisa foi realizada em Escolas Federais da cidade de PelotasRS, tendo como ujeitos participantes os coordenadores da educação física e professores responsáveis pela disciplina de Educação Física. A abordagem foi qualitativa e o procedimento metodológico utilizado foi de cunho exploratório/descritivo, tendo como instrumento de coleta de dados a entrevista semiestruturada. Por fim, a análise foi feita de forma que os dados coletados fossem destacados e organizados por pontos relevantes e eixos que precisam ser considerados. Pode-se concluir que a sociedade contemporânea, apesar de todas as conquistas até o momento, ainda demonstra características da sua base patriarcal, sendo extremamente opressora e discriminatória com as mulheres. Desde muito cedo, meninas e meninos sofrem com o processo de construção de identidade. Isso porque eles estão constantemente em busca de alinhamento com os modelos tidos como “normais” pela sociedade, que reforça e pune o diferente do que é esperado para cada gênero.