Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Bielemann, Renata Moraes |
Orientador(a): |
Gigante, Denise Petrucci |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14266
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Resumo: |
Os problemas ocasionados em decorrência do sedentarismo têm sido amplamente estudados e a prática de atividade física é considerada como uma das principais estratégias contribuintes à prevenção e tratamento desenvolvimento de doenças crônicas. (U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 1996; World Health Organization, 2002). Métodos eficazes de avaliação da prática de atividade física são indispensáveis para que seja possível avaliar o seu efeito sobre a promoção da saúde. No entanto, a complexidade e diversidade de instrumentos existentes (Ekelund, 2008; Welk, 2000) dificultam esse processo. A avaliação da prática de atividade física pode ser feita através de instrumentos diretos ou indiretos e objetivos ou subjetivos, sendo que os diretos e objetivos são de maior precisão da estimativa (Adamo, 2009). Acelerômetros (Trost, 2006), pedômetros (Rowlands, 1997), monitores de frequência cardíaca (Wareham, 1997) e água duplamente marcada (Schoeller, 1982) são os métodos objetivos utilizados em estudos populacionais. Questionários são considerados como métodos subjetivos de avaliação. |