Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
FEITOSA, Marcílio André Félix |
Orientador(a): |
FONTANA, Eduardo |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4908
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Resumo: |
A estimulação magnética é uma técnica não-invasiva que possibilita o estímulo de partes do sistema nervoso e vem sendo utilizada em pesquisas, diagnósticos, tratamentos e re-habilitação. Consiste na passagem de um pulso de corrente por uma bobina, para produzir um campo magnético com taxa de variação no tempo alta o suficiente para provocar o surgimento de um potencial de ação no nervo. A efetividade do estímulo depende da configuração do circuito estimulador, da distribuição do campo elétrico induzido no tecido e da resposta elétrica da célula nervosa. Esta tese reúne algumas contribuições para o projeto de estimuladores magnéticos. Para validar a eficiência dos estímulos, foi desenvolvido um algoritmo que permite resolver numericamente as equações acopladas que governam a forma de onda da corrente no circuito, o campo induzido pelo circuito estimulador e a dinâmica de propagação de impulsos elétricos em células nervosas. O algoritmo pode ser utilizado na síntese de novas bobinas e na avaliação de modificações propostas no circuito estimulador. Com relação à geometria das bobinas, foi desenvolvida uma formulação série para o cálculo computacionalmente eficiente da componente primária da função de ativação. Com o emprego dessas ferramentas, demonstrou-se que pulsos de corrente de amplitude insuficiente para obtenção de estímulos neurais, quando truncados a uma pequena fração do tempo total de descarga, podem gerar estímulos efetivos. Essa descoberta permite o desenvolvimento de equipamentos mais compactos, eficientes e com potencial de funcionamento em altas taxas de repetição |