Efeito do treinamento combinado e de força na pressão arterial de idosas hipertensas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: LEANDRO, Magno Petrônio Galvão
Orientador(a): CARVALHO, Paulo Roberto Cavalcanti
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Educacao Fisica
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38896
Resumo: A hipertensão arterial é uma doença cardiovascular que tem impacto sobre a população idosa, gerando morbidade e mortalidade acentuadas nesse grupo. Nesse sentido, o exercício físico é uma importante ferramenta não farmacológica, no combate a esta doença. A presente pesquisa teve como objetivo comparar a ordem de execução do treinamento combinado bem como analisar o efeito de dois treinamentos de força (tradicional e cluster set) sobre o comportamento pressórico de idosas hipertensas. Metodologia: Para tanto, foram selecionadas, em um primeiro estudo, 24 idosas as quais foram divididas em três grupos (G1 = aeróbio + força; G2 = força + aeróbio; G3 aeróbio + força + aeróbio) e que fizeram 24 sessões de treinamento. A pressão arterial foi medida antes e após as intervenções. No segundo estudo, foi comparado a utilização da metodologia tradicional em treinamento de força versus Cluster set. Para tanto, foram selecionadas 16 idosas hipertensas que foram alocadas em dois grupos de treinamento: 3 x 12 à 60% 1RM (Tradicional – TRA) e 3 x 6 + 30’’+ 6, descansando 1’30’’ à 70% 1RM (Cluster set - CLT) e fizeram 35 sessões de treinamento. Neste estudo, a pressão arterial foi medida antes e após cada sessão e a cada 10 sessões com auxílio do Monitorização ambulatorial da pressão arterial - MAPA. Através dos dados obtidos nos diferentes estudos, foi possível observar que a pressão arterial média do G1 se mostrou estatisticamente menor. Porém, através da análise do tamanho do efeito foi visto que o G3 apresentou grande efeito em todas variáveis analisadas, ocorrendo redução dos parâmetros pressóricos após intervenção. Além disso, foi observado que o grupo CLT apresentou resultados hipotensores melhores que o grupo TRA. Foi visto também que a utilização da metodologia Cluster Set aumentou a intensidade do treino das idosas (mais carga) gerando efeitos hipotensores até a 25ª sessão.