Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Rocha Filho, Josemar Mendes |
Orientador(a): |
Távora Júnior, José Lamartine |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3902
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Resumo: |
O mundo moderno, em processo acelerado de globalização, caracteriza-se pela rapidez das mudanças das tecnologias e pelo aumento da quantidade de variáveis que afetam determinado negócio pela maior interatividade das economias. Esta característica tende a aumentar o risco dos investimentos em geral, pois dificulta o domínio das variáveis determinantes de resultados. A organização de mercados vem minimizar os riscos associados aos empreendimentos, possibilitando uma maior carga informacional relativa a valores presentes e futuros de mercadorias, taxas de câmbio e de juros. A sofisticação dos mercados organizados, com o adendo das operações com derivativos tais como a termo, a futuro, sobre opções e swaps vêm disponibilizar um ambiente para a gestão de riscos corporativos. Nesse contexto de globalização, a presente pesquisa tem o intuito de descrever o atual estágio das empresas do Estado de Pernambuco, no que se refere à utilização de uma importante ferramenta contemporânea financeira: os Derivativos. Uma revisão bibliográfica sobre os derivativos e de gerenciamento de risco se faz necessário. A pesquisa de dados ocorreu via um estudo exploratório nas principais empresas, de vários setores econômicos e industriais do Estado. Levantam-se quais as principais operações realizadas com derivativos, os motivos que levaram à sua utilização, suas conseqüências, e o modo como analisam suas operações. Confirma-se que os mercados de derivativos e suas vantagens não foram bem assimilados na sua totalidade por determinados segmentos industriais do Estado. Percebe-se, também, a necessidade do desenvolvimento de operações específicas de derivativos, adaptadas às características de cada empresa, bem como a geração de modelos analíticos específicos que auxiliam as iniciativas empresariais em derivativos. A perfeita utilização dos instrumentos derivativos pelas empresas pernambucanas constitui uma grande fonte de competitividade para o Estado, auxiliando-o no credenciamento para competir em um mercado globalizado |