Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
BARBOSA, Fernanda Elizabeth Sena |
Orientador(a): |
GUIMARÃES, Maria Beatriz Lisbôa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Saude Coletiva
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32640
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Resumo: |
Este estudo objetivou analisar a oferta institucionalizada das Práticas Integrativas e Complementares na Estratégia Saúde da Família no SUS no Brasil. Trata-se de um estudo quantitativo descritivo-exploratório em que foram cotejados dois bancos de dados: Inquérito Nacional da Medicina Tradicional e Complementar e o segundo ciclo da avaliação externa do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica. Dos 1.617 municípios do Inquérito Nacional, 259 municípios ofertavam alguma prática integrativa na saúde da família. Pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, a oferta estava presente em 1.230 municípios brasileiros. Ao cotejar os dois bancos de dados, identificamos a oferta institucionalizada de PICS em 112 municípios, ou seja, nestes municípios o gestor e o profissional afirmaram desenvolver PICS. Concluímos confirmando a nossa hipótese de que o pioneirismo dos profissionais é responsável pelo crescimento das práticas integrativas no Brasil, porém este cenário caracteriza uma política frágil e insustentável, sem reconhecimento e apoio da gestão. É necessário que os gestores tomem conhecimento do que é desenvolvido nas unidades básicas de saúde, sendo a institucionalização a possibilidade de reconhecimento e de utilização dos recursos oficiais de manutenção e ampliação da oferta de práticas integrativas e complementares. |