Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
ALMEIDA, Carlos Alexandre Barros de |
Orientador(a): |
ANTONINO, Antonio Celso Dantas |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12325
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Resumo: |
O café é um importante produto na agricultura brasileira, ocupa importante posição entre os produtos de exportação, conhecer a transpiração dessa espécie é um fator decisivo na obtenção da alta produtividade. O consumo de água em uma planta de café conilon cultivado em lisímetro foi avaliado. O experimento objetivou estudar a transpiração diária do café e foi realizado no Departamento de Energia Nuclear da UFPE, em Recife – PE, em 2011, por meio de três métodos: a) lisimetria, por análise de variação de massa; b) balanço hídrico, com medidas de umidade do solo realizadas por sensores tipo TDR; e c) fluxo de seiva via método térmico do balanço de calor no caule. Para esse estudo foi realizada a montagem de um lisímetro de pesagem eletrônica, e foram realizadas as calibrações de todos os sensores envolvidos, sendo obtidos importantes resultados dessas. A demanda atmosférica foi determinada com dados obtidos em duas estações meteorológicas, uma situada próximo ao lisímetro, e a outra, distante cerca de um quilômetro, situada no pátio externo do CRCN. Também foi determinado o índice de área foliar (IAF) do cafeeiro. A área foliar variou de 1,39 a 1,87 m2 durante o experimento. O consumo de água medido através do lisímetro variou de 2,61 L a 5,16 L por dia, com média de 3,86 L por dia. Ao comparar-se o consumo de água na planta pelo balanço hídrico verificou-se uma subestimação em alguns dias e superestimação em outros dias de 10% com os resultados obtidos no lisímetro. A transpiração medida pelo fluxo de seiva via método térmico subestimou em 10% as medidas realizadas no lisímetro. Os resultados do estudo indicaram grande precisão na estimativa da transpiração do café conilon. |