Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
ARAÚJO, Liderlânio de Almeida |
Orientador(a): |
NAVARRO, Daniela Maria do Amaral Ferraz |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
|
Tipo de acesso: |
Acesso embargado |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós Graduação Rede Nordeste de Biotecnologia - RENORBIO
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41721
|
Resumo: |
A produção de queijo coalho é uma das principais fontes econômicas dos pequenos e médios produtores das cidades do interior nordestino. Esse possui como matéria prima o leite oriundo da vaca. A depender das etapas empregadas na sua produção, pode ser classificado em dois tipos: O tipo A oriundo do leite submetido ao processo de pasteurização; e o tipo B, quando o leite usado na fabricação é in natura, ou seja, não é submetido a nenhum procedimento que vise a eliminação ou redução de microrganismos. O queijo coalho é destacado pela literatura como concentrado lácteo com baixa qualidade microbiológica, principalmente o do tipo B. Assim, o presente estudo objetiva avaliar a ação dos extratos de cinco produtos naturais, a saber: óleo essencial das cascas de laranja Pineapple e limão Tahiti e dos extratos aquosos do coentro, velame do campo e do alho, em diferentes concentrações, em relação aos efeitos promovidos por estes na qualidade microbiológica do queijo coalho tipo B. O estudo foi divido em quatro (04) etapas, na primeira realizou-se a análise microbiológica, físico-química e sensorial do extrato do coentro. A segunda etapa consistiu na avaliação da influência do extrato aquoso do velame do campo na qualidade microbiológica do queijo coalho tipo B. A terceira etapa do estudo resutou na aplicação do extrato de alho ao queijo, sendo avaliado sua influência na qualidade microbiológica e tempo de prateleira. Na última etapa avaliou-se o uso dos óleos essenciais de laranja e de limão na qualidade microbiana e o índice de aceitabilidade do queijo produzido com a adição desses óleos. De modo geral, os resultados das análises aplicadas evidenciam que principalmente o extrato aquoso do alho e o óleo essencial da casca da laranja Pineapple se revelaram como os melhores agentes bactericidas frente aos microrganismos Staphylococcus aureus, coliformes total e termotolerante. De modo geral, os produtos naturais utilizados apresentaram potencial para aplicação ao queijo coalho tipo B como mecanismos de aprimoramento de sua qualidade, podendo assim, ser ofertado aos consumidores um alimento com maior segurança e qualidade alimentar. |