Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2002 |
Autor(a) principal: |
LACERDA, Yasodhara Silva |
Orientador(a): |
MORAIS JÚNIOR, Marcos Antônio de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6770
|
Resumo: |
Investigações feitas com organismos que apresentam o fenótipo de resistência a compostos tóxicos são importantes nas áreas biotecnológica, clínica e agrícola. Neste trabalho, foi observada a correlação entre os níveis de resistência de células de levedura ao fungicida agrícola Benomyl􀂣 e a presença de determinados genes envolvidos com o processo. Uma linhagem selvagem da K. marxianus e várias linhagens industriais de S. cerevisiae foram testadas para a variação inter e intraespecífica desta resistência. A metodologia usada abordou os genes TUB2 e ICT1. O gene TUB2 codifica a proteína 􀁅-tubulina que está relacionada com a formação do citoesqueleto. Variações alélicas desta proteína estão relacionadas com a sensibilidade ao fungicida Benomyl®. O gene ICT1 é componente do sistema MDR (Multidrug Resistence) de leveduras. Sua função é desconhecida, embora sua inativação parece promover sensibilidade as drogas. As análises da cinética do crescimento celular das linhagens testadas na presença de Benomyl®, juntamente com o perfil de amplificação gênica destes dois genes, sugerem um complexo mecanismo de defesa celular |