Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
ALVES, Marta Assunção |
Orientador(a): |
GUERRA, Nonete Barbosa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8676
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Resumo: |
O desconhecimento da potencialidade da Opuntia ficus-indica (L) Miller (figo da índia) como frutícola e a escassez de dados sobre o comportamento pós-colheita de seus frutos motivou esta pesquisa, para avaliar o potencial comercial e tecnológico e otimizar as condições pós-colheita dos frutos de três propriedades do semi-árido pernambucano. De cada propriedade colheu-se, aleatoriamente, 150 unidades no estádio II - 1/2 maduro, das quais, após seleção, 20 foram destinadas à caracterização física, físico-química e química (experimento 1) e 62 aos ensaios pós-colheita (experimento 2), segundo o planejamento fatorial 22, cujas variáveis dependentes foram: temperatura e tempo (três níveis) e as independentes, relacionadas aos parâmetros de qualidade, avaliadas no tempo zero e ao final de cada período. Os dados do experimento 1, foram submetidos à Anova, Análise de Componentes Principais e correlação de Pearson, e os do experimento 2, à Metodologia de Superfície de Resposta. Foram observadas diferenças significativas, entre as propriedades, relativas ao pH, acidez total titulável, sólidos solúveis totais, relação sólidos solúveis totais / acidez total titulável, espessura de polpa e relação diâmetro longitudinal / diâmetro transversal; estas diferenças exerceram maior influência na qualidade e diferenciação entre os frutos da P2 e da P1, que também, diferiram da P3. Os resultados do experimento 2 indicam que as melhores condições de armazenamento, apresentadas pelos frutos da P3, foram: 10 ºC/ 10 dias e 15ºC / 30 dias, na dependência do mercado. Os frutos da P3 apresentam, portanto, maior potencial para consumo in natura, enquanto os da P2 para industrialização. A incorporação destas plantas ao sistema produtivo contribuirá para a melhoria da renda do pequeno produtor dessa região |