Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
de Lima Fernandes, Danielle |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9254
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Resumo: |
As representações sociais podem influenciar o comportamento. Por isso, esta dissertação se baseou na seguinte questão: quais as representações sociais das adolescentes sobre o câncer do colo do útero? O artigo de revisão teve como objetivo identificar as evidências científicas sobre as representações sociais do câncer de colo do útero nas publicações científicas. As bases de dados pesquisadas foram LILACS, ADOLEC, BDENF e MEDLINE, resultando em cinco artigos após seleção que obedecia a critérios de elegibilidade. As representações mais encontradas foram: doença incurável e fatal que provoca dor, relacionada à hereditariedade, à dieta imprópria e ao destino. Porém, não trazem representações específicas de adolescentes sobre o câncer cérvico-uterino. O artigo original teve como objetivo compreender as representações sociais de adolescentes sobre o câncer de colo do útero. O estudo foi descritivo, exploratório, qualitativo, realizado em Limoeiro/PE com 11 adolescentes entre 14 e 19 anos que tinham iniciado a vida sexual. Entrevistas semiestruturadas foram guiadas pelas questões norteadoras: O que o câncer de colo do útero significa para você? O que você faz para evitá-lo? Procedendo-se análise de conteúdo temática e interpretação com base na Teoria das Representações Sociais. As categorias temáticas foram: ameaça à vida em todo ciclo vital, falta de cuidado com o corpo e conhecimentos que interferem na prevenção do câncer cérvico-uterino. As representações que emergiram das falas das adolescentes apresentaram uma tendência de guiá-las para condutas preventivas, porém, às vezes, existiram contradições entre o discurso e a prática de cuidado com a saúde |