Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Souza, Michele Morgana da Silva |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10251
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Resumo: |
O presente trabalho analisa os processos que apontam para uma possível desvinculação de três adolescentes com as práticas infracionais. Utilizamos como referencial teórico-metodológico estudos do desenvolvimento humano como os Ciclos de vida (OLIVEIRA, M. K., 2004), rede de significações (ROSSETTI-FERREIRA; AMORIM; SILVA, 2000) e a Psicologia Cultural de Jerome Bruner (1997). Enfocamos a adolescência a partir da perspectiva do self narrativo, enfatizando a influência dos contextos sociais, culturais e da linguagem na produção dos significados e sentidos do ser adolescente. Utilizou-se, para coleta das informações, a entrevista narrativa, em que o informante é estimulado a narrar fatos importantes de sua vida. As narrativas foram divididas em três eixos temáticos: contexto de desenvolvimento durante a infância e adolescência, a instituição de internação como contexto de desenvolvimento e projetos de vida. Analisamos em cada eixo os circunscritores que possibilitaram o envolvimento do adolescente com as práticas infracionais e os pontos de viragem que geraram reflexão para uma possível desvinculação com tais práticas. Os resultados encontrados apontam que uma rede de apoio familiar e social, principalmente com os pais, os monitores e pares dentro da própria instituição, o contato com alguma religião, vínculos afetivo-sexuais, medo de morrer, humilhações sofridas, constituem um conjunto de vivências que colaboram para a reflexão e possível rompimento do adolescente com as práticas infracionais. |