Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
SILVA, Natália Regina Souza da |
Orientador(a): |
MACIEL, Maria Amélia Vieira |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Medicina Tropical
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17069
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Resumo: |
Staphlylococcus desenvolveu a resistência aos betalactâmicos através de dois principais mecanismos, a expressão das betalactamases e a produção de PBP2a, codificadas pelos genes blaZ e mecA, respectivamente. Apesar da detecção do gene mecA por técnicas moleculares ser considerado o padrão ouro para a identificação das cepas de Staphlylococcus resistentes à meticilina (MRS), alguns estudos têm verificado discrepância entre a apresentação fenotípica da resistência à meticilina nessas cepas e a presença do gene mecA.O presente estudo teve como objetivo verificar se existe diferença de frequência do gene blaZ entre isolados clínicos de Staphylococcus spp. resistentes à meticilina portadores do gene mecA e os não portadores do gene. Foram estudados 47 isolados provenientes de amostras clínicas de hospital universitário da cidade do Recife. Essas amostras foram submetidas aos testes de susceptibilidade antimicrobiana, detecção do gene mecA para separação dos grupos de comparação e posterior detecção da presença de betalactamase através dos testes de cefinase em disco, Clover-Leaf e detecção do gene blaZ por PCR. Desta forma, foram observadas diferenças na frequência quando utilizados os testes fenotípicos para detecção. No teste de cefinase em disco, foram positivos 33,3% dos isolados portadores do gene mecA e 56,25% dos não portadores. No teste de Clover-Leaf, foi detectada a produção de betalactamase em 33,3% dos isolados portadores do gene mecA e 65,62% dos não portadores. Na pesquisa do gene blaZ, no entanto, não foi verificada diferença significativa nas frequências de detecção entre os grupos. Desta forma, indica-se o uso dos testes fenotípicos de detecção de produção de betalactamase, por apresentarem baixo custo e fácil operação, além de demonstrarem boa sensibilidade. |