Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Tenório Albuquerque Madruga Godoi, Emmanuelle |
Orientador(a): |
Luzia Branco Pinto Duarte, Ângela |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9251
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Resumo: |
A Esclerose sistêmica (ES) é uma doença do tecido conjuntivo, pouco freqüente, de etiologia desconhecida, que acomete preferencialmente mulheres. Envolve múltiplos órgãos e é subdividida em dois grupos: a forma difusa, mais grave, e a limitada, denominada de CREST (Calcinose, Raynaud, hipomotilidade Esofageana, eSclerodactilia, Telangiectasia). O fenômeno de Raynaud (FR) é a manifestação vascular mais freqüente e precoce. As alterações vasculares são mais evidentes na forma limitada, sendo a doença microvascular um dos seus marcadores. O envolvimento macrovascular parece ser um achado mais que casual, associado a um aumento da morbi-mortalidade durante a evolução da doença. A relação entre a manifestação macrovascular e dislipidemia tem sido descrita, podendo haver associação entre aterosclerose e ES, apesar dos achados histológicos não evidenciarem presença de ateroma. A doença macrovascular nos esclerodérmicos tem sintomatologia similar à da doença ateromatosa e pode ser diagnosticada por vários métodos: questionários específicos de claudicação intermitente (CI), índice tornozelo/braço (ITB), ultra-sonografia Doppler (USG Doppler), espessamento do complexo íntima-medial (CIM), angiotomografia, angioressonâ ncia e a arteriografia padrão ouro de diagnóstico. Este artigo tem como objetivo revisar os aspectos descritos na literatura sobre o acometimento da macrovasculatura na ES |