Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2005 |
Autor(a) principal: |
Inácio de Oliveira Neto, Vicente |
Orientador(a): |
Raimundo Oliveira Vergolino, Jose |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4296
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Resumo: |
O objetivo geral deste trabalho é identificar os desafios e as oportunidades de negócios no mercado internacional para a cachaça brasileira, em especial aquela produzida no Estado de Pernambuco, mediante pesquisas secundárias aplicadas ao mercado consumidor e à sua cadeia produtiva, de forma a caracterizar a eficiência da mesma e possíveis fatores críticos, diretos e indiretos, presentes ou potenciais, e que a ela colocados impedem a competitividade externa do produto. O modelo explicativo adotado na presente tese tomou como marco conceitual o modelo de sistemas agroindustriais, tal como foi inicialmente desenvolvido por Davis e Goldberg (Harvard, 1957), e pela escola francesa de Análise de Filières nos anos 60, e posteriormente enriquecida pela abordagem de competitividade sistêmica ou dos clusters (Porter, 1985). Como suporte aos estudos realizados, também foi empreendida uma pesquisa secundária no mercado da cachaça nos países que compõe o bloco de comércio da União Européia, no período de dezembro de 2004 a março de 2005, visando subsidiar a formulação de uma estratégia de acesso ao mercado europeu por parte das empresas produtoras de cachaça, e que se desenvolveu principalmente através de levantamentos secundários na internet, em literatura específica e através da consulta à fontes oficiais, tais como os setores comerciais das embaixadas do Brasil nos países alvo. Além destes levantamentos foram consultadas diretamente entidades de classe tais como federações de produtores de destilados e bancos de dados de institutos de pesquisa internacionais. De acordo com os resultados obtidos neste trabalho, pode-se inferir que a competitividade externa da produção de aguardente de cana e cachaça brasileira, e de Pernambuco em particular, depende da resolução dos pontos críticos de sua cadeia produtiva e da reorientação de suas vendas para produtos que acompanhem as tendências externas de consumo, para só assim agregar valor de conteúdo e imagem ao produto, e elevar as receitas derivadas das exportações e, principalmente, a rentabilidade de suas vendas |