Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
SANTOS, Déborah Grasyella Pachêco de Moraes Lins |
Orientador(a): |
FRAZÃO, Iracema da Silva |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Enfermagem
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/30011
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Resumo: |
As estratégias que visam o fortalecimento, a expansão da autonomia e os direitos dos usuários dos serviços comunitários de saúde mental têm sido um dos propósitos do uso do Guia da Gestão Autônoma da Medicação (Guia GAM), que convoca e encoraja os usuários a adotarem uma postura ativa no seu tratamento, oportunizando uma gestão participativa e coletiva nos projetos terapêuticos. Neste sentido, o estudo teve como objetivo analisar as repercussões do uso do Guia GAM para usuários de um Centro de Atenção Psicossocial (Caps). A abordagem metodológica da pesquisa foi ancorada na Pesquisa Convergente Assistencial. A pesquisa foi desenvolvida no período de março a junho de 2017, no Caps tipo III, na cidade do Recife/PE, com 27 usuários que compuseram dois grupos de intervenção educativa com o Guia GAM. Cada grupo teve dois encontros semanais, totalizando 36 encontros. Empregou-se o princípio da triangulação dos dados, com quatro diferentes fontes de dados, observação participante, entrevista conversação, Grupos GAM e diário de campo. A fase de análise foi iniciada, concomitantemente, ao processo investigativo e ocorreu por meio de quatro processos: apreensão, síntese, teorização e transferência. O uso do Guia GAM para usuários do Caps mostrou-se como um instrumento importante no âmbito da educação em saúde para a prática assistencial, pois promoveu empoderamento dos usuários frente ao tratamento, principalmente no sentido de fortalecimento de poder e aumento da autonomia; e cooperou para o desenvolvimento de uma atitude mais ativa dos usuários, na perspectiva de construção de vínculos, apoio social e valorização de suas experiências, para estabelecer recursos fundamentais no enfrentamento de problemas; além de reforçar sua magnitude no movimento de cogestão dos usuários para o tratamento. |