Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
CALLOU, Isabella Cazuza
 |
Orientador(a): |
ASSIS, Grauben José Alves de
 |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pará
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Teoria e Pesquisa do Comportamento
|
Departamento: |
Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10824
|
Resumo: |
Controle restrito de estímulos é um fenômeno apresentado por várias populações, dentre elas, crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista – TEA. Como essas crianças dependem de procedimentos específicos de ensino, a identificação precoce do fenômeno pode ajudar a otimizar o desempenho delas. Desse modo, o objetivo geral do presente estudo foi verificar se crianças diagnosticadas com TEA poderiam apresentar controle restrito de estímulos em tarefas de MTS com (1) sílabas e (2) palavras e suas figuras correspondentes como estímulos. Foram realizados dois estudos. Participaram do Estudo 1, seis crianças com TEA. O objetivo foi verificar se essas crianças apresentariam controle restrito de estímulos em tentativas de SMTS de identidade usando sílabas como estímulos. As crianças apresentaram o fenômeno, apesar de aumento na taxa de acerto com as exposições e mudanças de padrão de erro. A fim de se estender o currículo de teste, foi realizado o Estudo 2, com o objetivo de identificar controle restrito de estímulos no desempenho de crianças com TEA em diferentes tarefas de MTS com estímulos mais complexos (figuras e palavras). Participaram três crianças avaliadas anteriormente no Estudo 1. Os dados demonstram que houve controle preponderante pela figura e pela vogal. São discutidas as repercussões desses achados para o ensino de formas alternativas de comunicação e procedimentos usados em ambientes de educação inclusiva. |