Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
ELMESCANY, Sâmella Benoliel
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Orientador(a): |
FONTES JÚNIOR, Enéas de Andrade
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pará
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica
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Departamento: |
Instituto de Ciências da Saúde
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15956
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Resumo: |
Introdução: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI), é unidade de internação destinada à pacientes em estado crítico, que em sua maioria utiliza sedativos e analgésicos. Buscando minimizar eventos indesejáveis, é necessário o acompanhamento clínico de pacientes, especialmente pediátricos. Objetivo: Propor instrumento de acompanhamento farmacoterapêutico de pacientes submetidos à sedoanalgesia da UTI pediátrica. Método: Estudo retrospectivo, com dados coletados dos prontuários dos pacientes com idade de 0 a 14 anos, admitidos na UTI pediátrica no período do estudo, que utilizaram sedoanalgésicos. Resultados e discussão: Em 326 prescrições no recorte de 90 dias envolvendo 96 crianças, predominou a faixa etária de 07-09 anos, estando 49,2% com baixo peso e sendo predominante o sexo masculino. Dentre os medicamentos prescritos estavam os antimicrobianos, sedoanalgésicos, antitérmicos e inibidores da bomba de prótons. A média de tempo de internação 18,5 dias e cerca de 32,7% dos pacientes apresentaram Síndrome de Abstinência (SA), corroborando com a literatura, onde postula-se, quanto maior o tempo de uso desses fármacos, maior o risco de SA. Em 25% dos pacientes, 42,5%utilizavam antídotos fora do preconizado pelo Pediatrics e Pediatric & Neonatal Dosage Handbook. Como produto, foi elaborado um Manual de Uso de Sedoanalgésicos para orientações da equipe multiprofissional no cuidado a pacientes durante a terapia. Conclusão: Os dados desta pesquisa indicaram um público de baixo peso, a ocorrência de erros de medicação e síndrome de abstinência, dentre outros fatores que reforçam a necessidade da elaboração de um protocolo institucionalizado para a administração de sedoanalgésicos, visando garantir a segurança do paciente, prevenir a ocorrência de eventos adversos relacionados ao seu uso e direcionar a equipe multiprofissional sobre os cuidados a serem adotados. |