Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
CUNHA, Amiraldo do Socorro Soares da
 |
Orientador(a): |
SILVA, Christian Nunes da
 |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pará
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Geografia
|
Departamento: |
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Palavras-chave em Inglês: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/15340
|
Resumo: |
O presente trabalho pretende realizar análises e debates, a partir de pesquisas bibliográfica e documental e de dados de campo, enfatizando as atividades de subsistência realizadas por populações tradicionais do Marajó, apresentando categorias e ferramentas de análise geográfica, que podem ser trabalhadas no entendimento do modo de vida e do uso dos recursos naturais, por parte destas populações. Esta proposta partiu da consideração de que a produção local, gerada na execução das chamadas estratégias territoriais de sobrevivência dessas populações tradicionais é de extrema importância para os abastecimentos dos centros urbanos e das próprias comunidades. Dessa forma, esta pesquisa buscará, também, verificar e discutir sobre a viabilidade do uso das técnicas de Cartografia social no mapeamento participativo das populações tradicionais pesquisadas, buscando entender como o ordenamento territorial pode integrar: informações sobre o modo de vida das populações tradicionais; atividades econômicas dos moradores; e geotecnologias e as informações sobre equipamentos utilizados na coleta e na captura de recursos naturais — pesqueiros e florestais. As pesquisas bibliográficas, integradas aos dados oriundos da pesquisa de campo e do mapeamento participativo, na vila Mainardi, no município de Breves, ilha do Marajó, estado do Pará, além dos trabalhos em laboratório, com utilização de técnicas de geoprocessamento, permitiram mapear a complexidade dinâmica de algumas relações socioespaciais e socioambientais estruturais da área de estudo, evidenciando como as técnicas de mapeamento participativo podem servir de auxílio ao entendimento do ordenamento dos recursos naturais, tanto por parte dos gestores públicos quanto por parte dos próprios usuários, que poderão ver suas territorialidades no mapa. |