Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
COLLAZOS GONZALEZ, Jaime Andres
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Orientador(a): |
FIGUEIREDO, José Jadsom Sampaio de
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
eng |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pará
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Geofísica
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Departamento: |
Instituto de Geociências
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11432
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Resumo: |
Ondas sísmicas difratadas são geradas por descontinuidades na subsuperfície da Terra com o tamanho da ordem do comprimento de onda sísmico. Uma vez que o campo de onda incidente pode ser significativamente afetado por essas descontinuidades, muitas propriedades importantes destes eventos podem ser usadas para melhorar a prática de imageamento sísmico. Neste trabalho propomos uma abordagem prática para construir modelos de velocidade no domínio do tempo e profundidade usando difrações. Esta metodologia consiste na aplicação do filtro destrutor de onda plana (plane wave destruction - PWD) juntamente com método residual difraction moveout (RDM), de modo a construir modelos de velocidade nos domínios do tempo e da profundidade. Nosso método depende apenas de difrações (identificadas) filtradas a partir de eventos de reflexão e um modelo de velocidade inicial arbitrário de entrada. As imagens migradas no domínio pós-empilhado (nos domínios do tempo e da profundidade) são comparados com imagens migradas derivadas do processamento sísmico convencional. Nestes domínios, usamos a migracão Kirchhoff pós-empilhamento. Desconsiderando a necessidade de identificar e escolher os eventos de difração na migração pós-empilhamento no domínio da profundidade, o método apresenta um custo computacional muito baixo. Para alcançar um modelo de velocidade aceitável o tempo de processamento comparado ao método convencional foi menor. A viabilidade de nossa metodologia é testada num dado sísmico real do Viking Graben. |