Percepção sobre o uso de instrumentos para avaliação de funcionalidade e de qualidade de vida no atendimento de pacientes com lombalgia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Arruda, Arnaldo Ribeiro de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/590485
Resumo: A lombalgia é definida classicamente como uma dor localizada entre a margem inferior da décima segunda costela e os vincos das nádegas. E um sintoma multifatorial e possui grande impacto socioeconômico. É difícil determinar a intensidade álgica da lombalgia e o impacto dela na vida do paciente. Por isso, instrumentos capazes de auxiliar no seguimento do paciente e evolução da síndrome são de suma importância para a atividade clínica diária. Atualmente existem poucos estudos que analisam as especialidades médicas e aplicabilidade dos questionários, tanto na literatura nacional como internacional e, além disso, nenhuma pesquisa semelhante foi desenvolvida em nosso meio. O objetivo desse estudo é avaliar a percepção do uso de instrumentos para avaliação de dor, incapacidade e qualidade de vida por parte dos médicos que atendem pacientes com lombalgia. Métodos: trata-se de um estudo transversal cuja amostra é composta por médicos que tratam lombalgia nas especialidades de neurocirurgia, ortopedia, medicina do trabalho e reumatologia. Resultados: A maioria dos especialistas conhecem os questionários (69,7%), a escala analógica de dor (EVA) é o mais amplamente conhecido (83%), mas apenas 33,92% usam os questionários na rotina. Os reumatologistas são os especialistas que aplicam os questionários com maior frequência (RP 2,42, IC95%:1,22- 4,77). Todos os médicos referiram muitas barreiras para aplicação dos questionários. Conclusão: Apesar de reconhecerem os questionários e considerá-los importantes no acompanhamento, há uma baixa utilização deles na rotina dos especialistas. No entanto, acredita-se que vencendo as barreiras relatadas, haveria maior aplicabilidade na rotina. Esse estudo reforça que educação continuada é primordial para as boas práticas na assistência médica. Palavras-chave: Lombalgia. Instrumentos. Qualidade de Vida.