Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
BARROS, Tony Gleydson da Silva |
Orientador(a): |
SOUZA, Maria de Fátima Matos de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Oeste do Pará
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Qualidade de Vida
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Departamento: |
Centro de Formação Interdisciplinar
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufopa.edu.br/jspui/handle/123456789/139
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Resumo: |
Dentre os mais diversos problemas sociais, o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, além de uma série de reflexões teóricas e conceituais, exige uma atuação prática quanto a seu enfrentamento. Nessa perspectiva, a problemática abordada nessa pesquisa teve como questão central: como se dá a articulação da rede municipal de educação de Altamira na rede de enfrentamento à violência sexual existente no município? A pesquisa tem por objetivo analisar a participação da Rede Municipal de Educação de Altamira na rede de enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. A metodologia adotada é de caráter qualitativo, por meio de pesquisa exploratória à Rede Municipal de Educação de Altamira, a partir de análise documental, aplicação de questionário e realização de entrevistas com a Secretaria de Educação e/ou Diretora de Ensino da Secretaria Municipal de Educação e com as principais entidades representativas da rede de proteção de enfrentamento a violência sexual de crianças e adolescentes no munícipio. Os dados foram analisados revelam que a Rede Municipal de Educação não possui projetos de ação para o enfrentamento da violência sexual de crianças e adolescentes e, quando participa de algum projeto, sempre é em parceria com outras entidades pertencentes a rede de proteção. As ações acontecem, porém, de formas isoladas e praticadas por escolas e professores(as), o que fragiliza o enfrentamento por não conduzir a uma articulação necessária capaz de efetivar a política de proteção e defesa contra a violência sexual de crianças e adolescentes. |