Violência sexual contra crianças e adolescentes em comunidades rurais do Amazonas: a escola como rede de proteção
Ano de defesa: | 2023 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Serviço Social |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9830 |
Resumo: | A compreensão do fenômeno violência sexual contra crianças e adolescentes é um fator primordial para o seu enfrentamento. Nesse sentido, analisa-se de que maneira a violência sexual contra esse público tem sido enfrentada pelas escolas de comunidades rurais de Iranduba-AM. Para tanto, foram traçados os seguintes objetivos específicos: identificar as ações desenvolvidas no espaço escolar para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes e conhecer a percepção de professores e gestores a respeito desse enfrentamento em escolas públicas Trata-se de uma pesquisa explicativa de abordagem qualitativa. Foram utilizados como instrumentos de coleta de dados a entrevista semiestruturada, tendo como sujeitos dois gestores e o grupo focal com participação de 19 professores de duas escolas. A análise e a interpretação dos dados foram realizadas mediante análise de conteúdo. Diante de todo o cenário, conclui-se que as ações de enfrentamento à violência sexual contra criança e adolescentes das escolas públicas estudadas são insuficientes e as parcerias com outras instituições, limitadas. Portanto, como ator principal, a escola precisa se posicionar na Rede de Proteção e desenvolver ações coletivas, procurando se articular com outras instituições, comunidades ao redor, familiares e estudantes, a fim de incentivar a todos para o enfrentamento da violência sexual. No entanto, isso implica investimento na formação de seus profissionais pela consciência de que o trabalho em conjunto e articulado garante melhor enfrentamento da violência sexual e proteção de crianças e adolescentes pela escola. |