Análise do Registro Brasileiro de Monitorização de Terapias Biológicas em Doenças Reumáticas (BIOBADABRASIL) dos pacientes com Artrite Reumatóide, atendidos no Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário da UFMS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Bisognin, Marilse
Orientador(a): Costa, Izaías Pereira da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1918
Resumo: A Artrite Reumatóide é uma doença de etiologia não esclarecida, tendo como característica principal da doença sinoviopatia inflamatória. Caracterizar epidemiológica clinica e laboratorial de pacientes com Artrite Reumatóide, atendidos no Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário da UFMS: análise do Registro Brasileiro de Monitorização de Terapias Biológicas em doenças reumáticas (BIOBADABRASIL/SBR). É um estudo retrospectivo, com 62 pacientes de Artrite Reumatóide, sendo 87,1% do sexo feminino e 12,9% do sexo masculino. A prevalência de sexo feminino foi maior em relação ao masculino (6,5:1). A HAS foi a comorbidades mais presente com 50%. As manifestações extra-articulares não tiveram correlação estatística com a presença de auto anticorpo. O FR e o anti CCP, dado alta positividade, se mostraram como excelente marcador laboratorial da AR. A infecção por tuberculose latente foi relativamente baixa (14,3%), na população estudada, em relação a estudos epidemiológicos nocionais sem doença reumática. O infliximab foi a DMCD biológica mais utilizada e a que apresentou maior índice de troca terapêutica por ineficácia. A hepatite medicamentosa foi o único evento adverso relatado pelo uso de DMCD sintética (MTX). As DMCD biológicas tiveram maior numero de eventos adversos (56,5%) comparados com as sintéticas (1,6%), sendo a infecção (29%) a principal causa.