Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Frederico, Grassiani Bernardi |
Orientador(a): |
Belon, Antônio Rodrigues |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1133
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Resumo: |
Este trabalho tem como objetivo tratar sobre a questão das transitividades e das representações no livro A máquina de ser (2006), de João Gilberto Noll. Demonstraremos como o escritor gaúcho configura em sua obra um homem que busca a sua identidade que transita, cada vez mais, do social para o individual em função das condições do tempo e do espaço em que vive. Para isso, a ficção de Noll – por meio das categorias do tempo, do espaço, do narrador e dos personagens – projeta várias tensões, resultantes da realidade atual, em que nada é permanente, tudo está em fluxo, em um eterno vir-a-ser. A experiência humana no repertório contemporâneo apresenta complexidades, instantes e intensidades organizados em mosaicos constituintes da poética de João Gilberto Noll, nas singularidades de suas concepções e do seu fazer narrativo. Dessa forma, pretendemos estabelecer relações entre a obra e a sociedade e discutir as dimensões críticas da obra e as tendências da ficção hoje. O estudo da narrativa encontrará os seus fundamentos na bibliografia que auxiliará a leitura e a análise da obra, teorias que tratam da narrativa contemporânea e da sociedade estruturada em um mundo fragmentado. |