O fogo não está morto: engenhos de rapadura do Cariri cearense como uma referência cultural na perspectiva das políticas públicas do último quartel do século XX
Ano de defesa: | 2011 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Minas Gerais
UFMG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/1843/VGRO-8NEG37 |
Resumo: | This work aims to contribute some thoughts and questions about the recognition as intangible heritage, the knowledge and practices in the production of rapadura in the context of the remaining sugar cane mills from the Cariri Region(distant 575 km from Fortaleza, Ceará), detaching the work of the rapadura masters and their traditional techniques. This study addresses the permanence of the masters of the craft in the sugar mills of the region during the operation, for almost thirty years, of Usina Manoel Costa Filho, inaugurated in Barbalha in 1976, bringing the discussion of public policies developed in the last quarter of the twentieth century and their contributions to the continuity of knowledge which is reproduced in the environment of the mills from the Cariri since the first half of the eighteenth century |