Intervir na história: modos de participação das imagens documentais em lutas urbanas no Brasil
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil FAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social UFMG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/1843/31965 |
Resumo: | A pesquisa propõe o estudo de imagens e filmes produzidos a partir da colaboração entre documentaristas e movimentos sociais urbanos atuantes em diferentes cidades brasileiras nas últimas duas décadas. Intensificada na entrada dos anos de 2010 em razão de uma notável confluência de fatores históricos, essa produção se caracteriza pelo engajamento dos documentaristas junto a movimentos sociais, em lutas pela manutenção do caráter público do espaço urbano (ROLNIK, 2015). A pergunta que guia nossa investigação pode ser formulada da seguinte maneira: de que modos essas imagens e filmes intervêm sobre o curso histórico dos acontecimentos e lutas travadas pelos movimentos? Acreditamos que, para respondê-la, é necessário analisar as imagens e filmes não apenas como textos, mas como um conjunto de atos, iniciativas, experiências, redes de relações (BRENEZ, 2011), situando-os na trama dos processos mais abrangentes dos quais participam e sobre os quais interferem. Definimos, assim, três estudos de caso: a colaboração entre Carlos Pronzato e o Movimento Passe Livre (MPL) em diferentes cidades do país, a colaboração entre Vladimir Seixas e a Frente de Luta Popular (FLP) do Rio de Janeiro (RJ), e a atuação de cineastas a partir do interior do Movimento Ocupe Estelita (MOE) de Recife (PE). |