Caracterização físico-química e avaliação da citocompatibidade do nanobiocompósito de quitosana e nanofibra de celulose em fibroblastos e queratinócitos humanos cultivados in vitro
Ano de defesa: | 2023 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | , , , |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso embargado |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas: Imunologia e Doenças Infecto-Parasitárias/Genética e Biotecnologia
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Departamento: |
ICB – Instituto de Ciências Biológicas
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | https://doi.org/10.34019/ufjf/te/2023/00016 https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/16144 |
Resumo: | A pele possui um mecanismo natural de autorreparo em caso de lesões, contudo, em alguns casos, o processo de cicatrização pode ser comprometido, requerendo cuidados para auxiliar a reparação do órgão. Terapias reparativas têm sido objeto de estudos para o tratamento de lesões e os biopolímeros quitosana e nanofibra de celulose (NFC) se destacam por apresentarem propriedades biodegradáveis, antimicrobianas e características mecânicas semelhantes à da matriz extracelular natural. No entanto, até o momento, não há relatos sobre o uso combinado da quitosana e NFC extraídas do algodão na produção de um nanobiocompósito para aplicação na medicina reparativa da pele. Assim, o objetivo desse estudo foi realizar a caracterização físico-químico e avaliar a citocompatibilidade do nanobiocompósito de quitosana e NFC de algodão em fibroblastos e queratinócitos humanos cultivados in vitro. Inicialmente, foram realizadas avaliações de homogeneidade, estabilidade, rugosidade, porosidade e propriedades mecânicas do nanobiocompósitos. Posteriormente, foram realizados os ensaios in vitro de microscopia de luz, citometria de fluxo, MTT, Alamar Blue, cicatrização e produção de colágeno. Os resultados demonstraram que a incorporação da NFC ao filme de quitosana, formando um nanobiocompósito, resultou em um filme com melhores características como taxa de degradação, intumescimento, hidrofilicidade e rugosidade, otimizando sua aplicação na realização de testes in vitro. A viabilidade celular, cicatrização e produção de colágeno por fibroblastos e queratinócitos humanos indicam a citocompatibilidade do nanobiocomposito em cultura in vitro. Baseado nos resultados, o nanobiocompósito de quitosana com NFC apresenta potencial para aplicação futura em terapias reparativas para o tratamento de lesão na pele, bem como um modelo de teste de dermocosméticos. |