Os sentidos da formação humana na cibercultura: múltiplos olhares dos pesquisadores para a subjetivação do adulto na cultura digital

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Vieira Neto, Octavio Silvério de Souza lattes
Orientador(a): Bruno , Adriana Rocha lattes
Banca de defesa: Clareto, Sônia Maria lattes, Moraes, Maria Cândida lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Educação
Departamento: Faculdade de Educação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/1214
Resumo: O problema que norteou esta investigação se fez por meio da questão: como os pesquisadores, que estudam sobre a cibercultura, compreendem o sentido de formação e o processo de subjetivação dos sujeitos adultos, na educação formal, em meio à cultura digital? Objetivou-se analisar a problemática da pesquisa, por meio uma análise dos enunciados dos discursos produzidos pelos sujeitos da pesquisa, a saber: pesquisadores de referência nacional e internacional nos estudos da Cibercultura e co-formadores de professores. Como instrumento de pesquisa foi utilizado a entrevista (aberta), por meio de recurso de comunicação digital (Skype) ou por meio de encontros presenciais. A Genealogia (Nietzsche) foi a abordagem metodológica utilizado nesta investigação que, articulada à Análise do Discurso (Foucault), potencializou as análises em meio às forças, convergências, divergências e atravessamentos dos dados enunciados pelos sujeitos da pesquisa. O referencial teórico foi delimitado com os filósofos que deram o suporte crítico às questões investigadas - especialmente Friedrich NIETZSCHE associado às contribuições Gilles DELEUZE e Michel FOUCAULT - e com teóricos da Educação e da Comunicação que apontaram possíveis compreensões sobre as noções de cibercultura, formação e subjetivação (Pierre LÉVY; André LEMOS, Lucia SANTAELLA, Fernando, GONZÁLEZ REY, Maria Cândida MORAES, Edméa SANTOS, Adriana Rocha BRUNO, entre outros). Os achados sinalizaram que a cibercultura é de fato “a” cultura contemporânea e que a formação docente é imprescindível para a subjetivação social e individual na sociedade e cultura atuais. Porém, é necessário que outra perspectiva formativa seja incorporada à educação, em que as subjetividades individual e social se atravessem e se integrem, de modo a provocar a reorganização do currículo para a era digital.