Uma América de muitos feitiços: uma leitura d’O Feitiço da Amérika de Jacob Pinheiro Goldberg

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Pernambuco, Aline de Moraes lattes
Orientador(a): Ribeiro, Gilvan Procópio lattes
Banca de defesa: Silva, Deonísio da lattes, Faria, Alexandre Graça lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários
Departamento: Faculdade de Letras
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/1499
Resumo: A dissertação analisa a obra O Feitiço da Amérika – Jamo Panka Pixipre Jamo, do poeta Jacob Pinheiro Goldberg, filho de imigrantes judeus-poloneses, nascido em Juiz de Fora em 1933. A biografia pessoal e intelectual do autor é apresentada no início do trabalho, demonstrando como a sua formação híbrida contribui para a construção da poética jacobiana, marcada pela fronteira. O resgate dos arquétipos americanos são desnudados na obra, provocando a ruptura de gêneros e criando novas imagens e variantes linguísticas, abrindo novas possibilidades de aproximação e interação linguística e cultural. Recriando a linguagem, o poeta resgata e produz a diversidade, devolvendo às palavras uma virtualidade perdida. Os poemas são descritos segundo o conceito de híbrido, desenvolvido por Nestor García Canclini, e de americanidade de Gérard Bouchard, José Lezama Lima, José Martí, Glissant e Zilá Bernd. Dentro dessa proposta, são apontadas as marcas de hibridações, observando as manifestações em verso do imaginário dos povos americanos, que afirma o maravilhoso, o mágico e o sagrado.