Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Silva, Isabela Vieira da
 |
Orientador(a): |
Afonso, Andréia Francisco
 |
Banca de defesa: |
Souza, Vinicius Catão de Assis
,
Kistemann Júnior, Marco Aurélio |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Química
|
Departamento: |
ICE – Instituto de Ciências Exatas
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/9939
|
Resumo: |
A avaliação escolar possibilita a reflexão sobre o que se aprende e também se ensina. Entretanto, muitas vezes, ela vem sendo utilizada para classificar e promover (ou não) os alunos para um ano escolar mais elevado, fazendo com que este recurso tenha sobre ele um caráter de punição e não de aprendizagem. Assim, com o presente estudo buscamos investigar o processo de planejamento e construção da avaliação escolar por um grupo de professores do Ensino Médio da área de Química de Juiz de Fora (MG) e região, de modo que esse recurso traga contribuições significativas ao processo de ensino e aprendizagem, considerando a realidade escolar e as políticas públicas implantadas. Nesse sentido, procuramos ainda entender como os professores concebem a avaliação escolar e sua(s) finalidade(s), como ela é usada na prática docente, identificar quais são os fatores que a fazem não ter o potencial que se esperaria dela, acompanhar o processo de planejamento e construção deste instrumento, considerado pelos docentes, com potencial para que o processo de ensino e aprendizagem seja mais eficiente e verificar quais fatores os influenciam nesse processo. Para isso, realizamos uma oficina sobre avaliação escolar, constituída por oito encontros e duas entrevistas semiestruturadas, uma anterior e outra posterior a oficina, com os professores participantes da mesma. As entrevistas foram gravadas em áudio e os encontros da oficina foram gravados em áudio e vídeo e transcritos para comporem parte dos dados da pesquisa. A interpretação dos dados foi realizada a partir da Análise de Conteúdo. Os dados apontaram que somente dois professores associam à avaliação um caráter pedagógico, os outros a utilizam como exame. No entanto, os participantes mobilizaram essas concepções inserindo elementos que os fizessem ter um olhar para a avaliação como um instrumento que de fato possa contribuir com a aprendizagem e também com o ensino. Por fim, com relação aos instrumentos avaliativos e às avaliações, os docentes destacaram que é necessária a presença de algumas características, tais como: diversidade de meios para obter dados para a avaliação, envolver o cotidiano do aluno, participação ativa dos mesmos e questões instigantes que levem ao raciocínio do estudante e não somente à memorização. |