Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Gonçalves, Jéssica Nemer Martins
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Orientador(a): |
Watanabe, Aripuanã Sakurada Aranha
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Banca de defesa: |
Carraro, Emerson
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Domingues, André Luiz da Silva
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
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Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO
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Departamento: |
ICB – Instituto de Ciências Biológicas
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/12075
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Resumo: |
O presente trabalho foi elaborado a partir da necessidade de buscar alternativas às aulas tradicionais sobre o ensino de microbiologia nas escolas, especificamente sobre os vírus. Os professores de biologia enfrentam dificuldades como: currículo extenso, poucas aulas semanais, falta de materiais específicos, diversidade de seres vivos com características próprias e nomenclatura que foge do cotidiano do aluno. O ensino de virologia é muito complexo, já que os vírus não podem ser visualizados, o que torna o conteúdo bastante abstrato para os alunos, além de ser pouco explorado nos livros didáticos. Com todos esses obstáculos, os professores, na maioria das vezes, optam por utilizar o método tradicional de ensino, com aulas expositivas, que podem ser maçantes e desinteressantes, e muitas vezes o conteúdo não é totalmente compreendido pelo aluno. Visando uma melhoria na dinâmica das aulas relacionadas a esse conteúdo, o objetivo desse trabalho é desenvolver um jogo de tabuleiro de fácil construção e aplicação sobre os vírus a fim de tornar as aulas de virologia mais interessantes e atrativas. Além de trazer maior conhecimento aos alunos sobre esse assunto e verificar se o jogo apresenta um aspecto positivo no aprendizado do conteúdo de microbiologia. A proposta de intervenção foi desenvolvida no Colégio Municipal Rio Branco, em Visconde do Rio Branco – MG, com duas turmas do primeiro ano do ensino médio, totalizando setenta e oito alunos. A pesquisa seguiu uma abordagem de caráter quali-quantitativo, em quatro aulas de cinquenta minutos cada, sendo uma aula expositiva; pesquisa extraclasse e uma aula para discussão; duas aulas para aplicação de um jogo de tabuleiro e dois questionários (qualitativo e quantitativo). De acordo com os questionários qualitativos, os alunos classificaram o jogo como interessante, atrativo, dinâmico, competitivo e afirmaram que provocou um aumento no interesse pela matéria. No resultado estatístico do questionário quantitativo, não há diferença entre as notas. Como a turma A possui histórico de notas menor que a turma B, o jogo pode ter ajudado a igualar o desempenho de ambas as turmas. A partir da pesquisa desenvolvida, conclui-se que jogos educacionais são importantes ferramentas auxiliares no processo de ensino-aprendizagem de biologia. Eles não excluem os outros métodos de ensinos, mas funcionam como boas opções para variar as metodologias empregadas. |