Transformação e movimento: experiências ameríndias de habitar a floresta

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Rompinelli, Raphael Gouvêa lattes
Orientador(a): Pissolato, Elizabeth de Paula lattes
Banca de defesa: Mendes dos Santos, Gilton lattes, Dal Poz Neto, João lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais
Departamento: ICH – Instituto de Ciências Humanas
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/11737
Resumo: O presente estudo objetiva trabalhar com alguns modos de habitar as florestas que determinados grupos ameríndios da região amazônica, nacional e internacional, desenvolveram. Esse processo de habitar envolve um eixo temático que prioriza o movimento como catalizador das transformações realizadas tanto nas pessoas quanto nos ambientes. Partindo de uma pesquisa de caráter bibliográfico, exploramos algumas possibilidades de interações humanas com o ambiente. Como veremos, essa interação desenvolveu-se, através de um processo histórico de habitação, uma relação consonante com a biodiversidade existente em seus locais de vivência. Movimentando dados etnográficos de quatro realidades indígenas específicas, que são os Huaorani, os Awá-Guajá, os Nukak e os Hupd’äh, que foram destacadas devido à importância social que dão ao movimento, construímos uma logica argumentativa que busca compreender como as andanças estão ligadas a um processo de transformação do ambiente. Não menos importante é o profícuo debate que ensaiamos com outros campos do conhecimento humano, dados arqueológicos e frutos de descobertas genéticas são aqui movimentados no intuito de desenvolver e propor um lastro histórico em nossos argumentos.