Prospecção química e biológica de novos complexos de Cu2+ e Ag+ baseados em ligantes contendo o grupo farmacofórico 1,4-dioxo-butenil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Freitas, Raquel Oliveira Nascimento de lattes
Orientador(a): Gomes, Roberto da Silva lattes, Nogueira, Cláudio Rodrigo lattes
Banca de defesa: Lima, Ricardo Vieira de lattes, Jeller, Alex Haroldo lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Grande Dourados
Programa de Pós-Graduação: Programa de pós-graduação em Química
Departamento: Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/1168
Resumo: O câncer é um grande problema de saúde pública, sendo necessário um constante esforço no desenvolvimento de novas formas de combatê-lo. Neste trabalho foi realizada a síntese de novos complexos de cobre (II) e prata (I), os quais contêm o grupo 1,4-dioxo-butenil, com o objetivo de se obter fármacos quimioterápicos tão eficientes quanto a cisplatina, porém com menor toxicidade às células saudáveis. As sínteses foram efetuadas em duas etapas, em que a primeira consiste na obtenção dos ligantes a partir da reação do anidrido maleico com anilinas substituídas e com a 4-aminoantipirina e a segunda se trata da obtenção dos complexos a partir da reação dos ligantes com os sais de cobre (II) e prata (I). A caracterização das substâncias foi realizada por meio de dados de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) de 1H e de 13C, por Espectroscopia de Infravermelho e Análise Termogravimétrica. A avaliação biológica das substâncias foi feita pelo método do brometo de tetrazólio contra as células de adenocarcinoma mamário murino (4T1), em que as substâncias sintetizadas, testadas nas concentrações de 6,25 a 500 μg/mL, mostraram atividade citotóxica e podem ser mais eficientes do que a cisplatina em causar morte celular na linhagem 4T1.