Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Hauaji, Karime Amaral |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/7769
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Resumo: |
A movência pós-colonial produz um discurso que se baseia na fricção entre duas tradições. Os indivíduos se veem cindidos entre Oriente e Ocidente, a cultura de seus antepassados e aquela que agora os acolhe, forçando-os a negociarem com os dois espaços. Centrando-nos na literatura diaspórica, buscamos uma comparação entre: Os versos satânicos (1989), de Salman Rushdie, e O rochedo de Tânios (1993), de Amin Maalouf, a fim de avaliar de que maneira a tradução cultural se dá, isto é, compreender a identidade da diáspora, nunca concluída, sempre em construção. O bastardo, presente nas duas obras, se apresenta como sujeito desse espaço híbrido e aponta para uma possibilidade de se refletir sobre a identidade dos “homens traduzidos”. Verificamos de que maneira a vivência do exílio, do estranho, se configura na escrita desses autores, em que se misturam real e ficção, história e História, tornando-a também bastarda. O discurso rasurado da categoria do bastardo como expressão literária indica, portanto, soluções poéticas para as aporias identitárias |