Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Neves, Fabrício Jesus Teixeira |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/8270
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Resumo: |
Esta tese propõe análise crítica de literatura selecionada relativa às relações entre civis e militares na formação do moderno Estado brasileiro. Concentra-se na abobada de tempo que vai do final da Guerra do Paraguai até a Revolução de 30. Coloca como questão central o ideário da modernização industrializante proposta por certas alas ou frações do Exército Brasileiro, denominadas “reformistas”, que defenderam forças armadas modernas, atualizadas e eficientes, o que as colocava em choque com facções oligárquicas, entranhadas na economia agrária, voltada, no seu pólo mais dinâmico, para as exportações de bens primários, eixo econômico do país na época em lide. A luta requeria a modernização industrial do país. À luz da questão central, o trabalho sustenta duas teses. A primeira é a de que, no contexto em tela, os reformadores militares se identificaram com a modernidade industrial. A segunda tese propõe perspectiva teórica adequada ao entendimento das relações entre forças armadas e sociedade. A conclusão final advoga que a facção modernizadora ou reformista do Exército Brasileiro defendeu a implantação de moderno sistema fabril, sem a qual a corporação militar estaria condenada à ineficiência e ao atraso na utilização dos meios da violência, o que significava investir contra as pretensões das facções oligárquicas |