Crescimento, trocas gasosas, produção de biomassae nutrição mineral de mudas de umbu-cajazeira (Spondias sp.) irrigadas com água salina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Tavares, Hernane Arllen Medeiros
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Centro de Ciências Agrárias - CCA
Brasil
UFERSA
Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://lattes.cnpq.br/4327895435746416
http://lattes.cnpq.br/5630506805098025
https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/12019
Resumo: Um dos grandes desafios da agricultura contemporânea está relacionado diretamente com a disponibilidade e qualidade da água. O excesso de salinidade, especialmente em regiões áridas e semiáridas, desponta como um fator que tem afetado grandes áreas de terra em todo o mundo, com impacto severo na agricultura. São escassas as informações na literatura sobre as respostas da umbu-cajazeira à salinidade na fase de produção de mudas nas condições do semiárido brasileiro. Este trabalho teve por objetivo avaliar as respostas de mudas de umbu-cajazeira submetidas a irrigação com águas salinas. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, localizado na Universidade Federal Rural do Semiárido, Mossoró/RN. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com oito repetições e seis níveis de salinidade na água de irrigação (CEa: 0,5; 1,5; 2,5; 3,5; 4,5; 5,5 dS m-1). Após 90 do transplantio obteve-se os parâmetros de crescimento, produção de biomassa, nutrição mineral, trocas gasosas e fluorescencia da clorofila. Determinou-se ainda o nível de máxima tolerância da cultura. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância, teste F (p ≤ 0,05) no programa estatístico SISVAR. Os resultados apontam para os efeitos deletérios da salinidade nas mudas. Houve redução no crescimento e na produção de biomassa, além do efeito negativo nas trocas e na produção de fotossíntese. As mudas foram tolerantes até o nível de 1,5 dS-1 de salinidade na água de irrigação