Desenvolvimento local e sustentabilidade: O caso de Piranguinho - MG.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: BERNARDES, Elizabethe Aparecida Bitencour
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação: Mestrado - Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade
Departamento: IRN - Instituto de Recursos Naturais
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/handle/123456789/209
Resumo: Este trabalho circunscreve-se sobre o tema do desenvolvimento local sustentável, especificamente no que diz respeito aos discursos e à prática da administração municipal de Piranguinho, município de pequeno porte, no sul de Minas Gerais. Proposta desenvolvida a partir de entrevistas, semiestruturadas, realizadas com gestores públicos e autoridades municipais que trabalham o tema desenvolvimento e sustentabilidade, com recorte temporário de 2005 a 2013. Objetiva-se compreender as concepções de desenvolvimento na visão dos administradores públicos, enquanto constituição de ações e de possibilidades de desenvolvimento local, com sustentabilidade. Estas ações estão atreladas às condições econômicas, espaciais e políticas do município, o que pressupõe, enquanto objetivo específico, compreender as articulações entre o poder local, as noções de desenvolvimento, de sustentabilidade e de participação popular. Desse universo de preocupação é que se propõe a reflexão das posturas adotadas que incidem diretamente nas ações em torno do que se denomina desenvolvimento local no mundo contemporâneo. A hipótese, baseada no conceito de qualidade de vida, relaciona-se às propostas de desenvolvimento, tendo a realidade local como pilar de sustentação, mesmo que isso se contraponha à lógica imposta pela sociedade contemporânea, advinda das práticas neoliberais, que a levaram à internacionalização da economia e à padronização dos modelos de desenvolvimento, movimento intensificado no fim da década de 1980. Em síntese, aponta-se que as perspectivas de incorporação de políticas públicas sustentáveis, além de não envolverem atores sociais no processo, demonstram incapacidade de apresentar aspecto integrador da transformação na organização urbanística.