Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
GALIZONI, Thales
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Orientador(a): |
SILVA, Benedito Cláudio da
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Itajubá
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação: Mestrado - Meio Ambiente e Recursos Hídricos
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Departamento: |
IRN - Instituto de Recursos Naturais
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/handle/123456789/2445
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Resumo: |
A engenharia de recursos hídricos vem empregando amplamente os modelos de previsão de vazão para subsidiar a tomada de decisão em diversas áreas. Os modelos Previvaz e Smap Diário já vêm sendo empregados pelo ONS para a previsão de vazões médias semanais para até seis semanas operativas com o objetivo de fornecer os inputs necessários para a otimização do recurso hidroenergético no planejamento da operação do sistema elétrico brasileiro. Visando somar esforços para melhorar essa previsão, este trabalho propôs e analisou os resultados de uma versão semanal para o modelo Smap, a qual foi gerada tendo por base o mecanismo de cálculo da versão mensal do Smap. No estudo de caso calibrou-se o Smap semanal para duas sub-bacias do SIN: a bacia da UHE Camargos (bacia do Grande); e a bacia da UHE Santa Clara (bacia do Iguaçu). Fez-se um back test para ambas as bacias para o período entre setembro de 2019 e setembro de 2020 comparando a previsão de vazão dos modelos Previvaz, Smap diário e Smap semanal com as vazões observadas no mesmo período. Como resultados, o modelo Previvaz, na primeira semanas prevista, propagou a tendência das vazões observadas na semana anterior e nas demais semanas apresentou tendência em superestimar as vazões mais baixas e dificuldades em captar os picos de vazões. Ambas as versões do modelo Smap apresentaram um ajuste quando a chuva utilizada para o cálculo das vazões foi a chuva observada, entretanto ambos apresentaram a tendência de superestimar os picos de vazões quando utilizada a chuva prevista pelo CFS V2. Conclui-se que a versão semanal do Smap teve performance melhor do que o Previvaz na maior parte dos cenários, indicando que pode ser um modelo empregado para o planejamento da operação. Além disso, a versão semanal do Smap também apresentou melhores resultados na quinta e sexta semana do horizonte de previsão, indicando que o modelo semanal pode ser utilizado para melhorar o resultado de horizontes mais longos de previsão. |