Modificações de TiO₂ com Hidrogênio para uso em Células Solares Fotovoltaica.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: DIAS, Tatiane Sampaio
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação: Mestrado - Física
Departamento: IFQ - Instituto de Física e Química
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/handle/123456789/1076
Resumo: Existe uma grande preocupação ambiental no desenvolvimento de novas fontes de energia, sendo uma das mais promissoras a energia solar. Atualmente, o investimento necessário para se utilizar a energia solar é alto, com isso existe uma grande busca por dispositivos mais acessíveis e com maior eficiência. Dentre as pesquisas desenvolvidas neste âmbito, as células que utilizam filmes finos de dióxido de titânio vêm se destacando. Visando melhorias em dispositivos fotovoltaicos este trabalho foi desenvolvido utilizando-se pó comercial do dióxido de titânio (TiO₂) Anatase sigma Aldrich que foram tratadas em atmosfera de hidrogênio a 600°C, 700°C e 800°C por uma hora. Estudou-se a morfologia dos filmes por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e a energia dispersiva de raios X (EDS). Os filmes finos de TiO₂ foram obtidos pelo método Doctor Blade, foram analisadas a espessura dos filmes e as medidas ópticas. As medidas ópticas realizadas nos filmes finos, evidenciando que a transmissão das amostras diminui depois de tratá-las em atmosfera de hidrogênio. Para medidas elétricas realizadas pelo método da espectroscopia de impedância (EI) em pastilhas de TiO₂, os resultados experimentais mostraram o aparecimento de pequenas curvas 0,01 Hz a 1,0 KHz, os diagramas foram apresentados na forma de Nyquist, mostrando uma diferença entre as amostras de TiO₂ não calcinadas e calcinadas a diferentes temperaturas sob atmosfera de hidrogênio, foi observado um decréscimo da resistividade elétrica com o aumento da temperatura de sinterização.