Utilização de modelos matemáticos/estocásticos na avaliação da ocorrência de dengue em função do clima na Paraíba.
Ano de defesa: | 2012 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/6651 |
Resumo: | O clima tem uma influência direta com determinadas morbidades, sendo esta o objeto de estudo de várias linhas de pesquisa multidisciplinar com o objetivo de verificar seus efeitos sobre os seres humanos, tarefa esta sendo a área de estudo direto da Biometeorologia Humana. Este trabalho apresenta uma abordagem feita a diferentes técnicas na observação de risco por epidemia de dengue com uma investigação proposta para o Estado da Paraíba. Tais técnicas são formadas por um modelo dinâmico do Institut de Recherche pour Le Dêveloppement – IRD (mIRD), um modelo Sazonal Auto Regressivos Integrado com uso de Médias Móveis (SARIMA), um modelo Holt - Winters e outro formado por Redes Neurais Artificiais (RNA). Os dados utilizados neste trabalho foram de casos notificados de dengue pela Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, bem como os dados das variáveis meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Os resultados das técnicas propostas mostraram que o modelo mIRD observa os valores de características entomológicas do inseto de maneira diferenciada para as localidades estudadas, emitindo um índice de risco que vem a ser diretamente dependente da taxa de reprodução do inseto, enquanto os demais modelos fazem uma previsão levando em consideração o número de casos notificados (SARIMA e HOLT-WINTRS), fazendo utilização também de variáveis meteorológicas (RNA), onde foi obtida uma boa mimetização entre o observado e o previsto. |