Desenvolvimento de um sistema automatizado para medir a variação de massa na câmara de secagem de um secador solar de frutas.
Ano de defesa: | 2017 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Ciências e Tecnologia - CCT PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/356 |
Resumo: | Automatizar o processo de medição da variação de massa do produto em um secador solar é um avanço em relação ao procedimento atualmente utilizado que é manual. O objetivo deste trabalho é desenvolver essa automatização utilizando tecnologia apropriada para ser incorporada ao secador solar em desenvolvimento na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Esses secadores precisam ser simples e de baixo custo para serem utilizados pelo ambiente da agricultura familiar. O processo utilizado consistiu na construção e teste de um protótipo de uma câmara de secagem com forma retangular, de dimensões 32,2 x 43,0 x 34,0 cm, acoplado ao coletor solar. No sistema de medição automatizado foi utilizado uma balança com bandeja em tela de alumínio, de dimensões 37,0 x 21,0 x 6,0 cm, fixada por uma haste de madeira a uma célula de carga, tipo extensômetro de folha, que envia sinais de tensão, proporcionais à variação de massa do produto que esta sendo seco, a uma plataforma de aquisição de dados com Arduino UNO integrada ao equipamento. A célula de carga fixada a bandeja foi instalada dentro e, num experimento seguinte, fora da câmara de secagem. O sistema de aquisição e tratamento de dados também foi instalado na parte externa da câmara de secagem. Foram realizados testes preliminares de medição com a utilização de lâmpadas halógenas, e os resultados obtidos mostraram temperaturas, no interior da câmara, de aproximadamente 45°C ±5ºC, utilizando um peso padrão de 100g. Os resultados obtidos durante a secagem da banana prata (Musa spp), permitiram a construção das curvas de variação de massa de banana e a curva de cinética de secagem. Também foram obtidas as curvas que mostram a variação da temperatura do ar de secagem no interior da câmara. Essa temperatura ficou na faixa de 30ºC a 40ºC, abaixo do esperado que era de 50°C ±10ºC. Por isso a banana atingiu apenas o valor de 44% de teor de umidade em base úmida, acima dos 25% que noBrasil é o máximo para que a banana seca seja considerada banana passa. Foram observadas interferências indesejáveis durante o processo de medição automatizada, as estratégias utilizadas (filtros) para reduzir as interferências não foram suficientes para reduzi-las totalmente e seguirão sendo estudadas em trabalhos futuros. |