Estimativa da recarga de aquíferos para gestão de águas superficiais e subterrâneas: aplicação em uma área urbana costeira.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: LUCENA, Susana Cristina Batista.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/11854
Resumo: As áreas urbanas costeiras, de maneira geral, enfrentam sérios problemas relacionados a diversos fatores como: ocupação desordenada do uso do solo, baixo gradiente topográfico, lençol freático aflorante, entre outros. Sabe-se que essas áreas apresentam grande densidade demográfica e que problemas como esses tendem a aumentar ao longo do tempo. Estudos comprovam que a solução mais viável e a gestão eficiente dos recursos hídricos, considerando-se o manejo integrado das águas superficiais e subterrâneas. O presente trabalho propõe-se a implementação de um modelo distribuído de balanço hídrico a nível de solo, capaz de estimar a recarga em áreas urbanas costeiras. Neste sentido, investigou-se uma área urbana costeira que sofre problemas recorrentes de alagamento, escolhida como caso de estudo, com a finalidade de integração desse estudo a outros pre-existentes. A metodologia utilizada integra o modelo de balango hídrico do solo a um modelo de fluxo subterrâneo, previamente calibrado, fazendo-se uma comparação dos níveis piezométricos observados através de sondagens e os níveis gerados através dessa integração. Objetivou-se com isso que, através de provisões meteorológicas, seja possível rebaixar os níveis piezométricos do aquífero dentro de limites seguros e sem riscos de intrusão salina. Utilizou-se na pesquisa um Sistema de Informações Geográficas para a parametrização do modelo distribuído. Para validação do modelo de recarga, foram simulados, usando como entrada dados de precipitação observada para a região, os níveis piezométricos do aquífero, para um período onde dados observados da superfície piezométrica estavam disponíveis. Os resultados mostraram boa concordância entre observações e simulações, podendo-se concluir que o modelo de calculo da recarga foi validado para a área estudada.