Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Marques Filho, José Messias Vieira |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/72410
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Resumo: |
Estudos prévios sugerem que o sono desempenha papel importante na consolidação da memória, tanto declarativa (memória consciente) quanto procedimental (memória não consciente). Em adultos, existem relatos de que o sono após a prática de uma nova habilidade motora apóia a consolidação da memória procedimental. Entretanto, na criança, efeitos do sono na consolidação da memória deste tipo de memória permanecem em aberto. O objetivo deste estudo foi sintetizar as evidências relativas à influência do sono sobre a aquisição de habilidade motora em crianças sem transtorno cognitivo e/ou motor. Foi conduzida uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados eletrônicas Pub Med, Cochrane, Embase e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A pesquisa foi realizada até o dia 10 de julho de 2022. A revisão foi registrada no registro prospectivo internacional de revisões sistemáticas PROSPERO (identificador: CRD42022363868). Os critérios de elegibilidade incluíram ensaios clínicos controlados sobre a influência do sono na aquisição de habilidades motoras em crianças com idade ≤ 12 anos, sem transtorno cognitivo e/ou motor, com grupo controle de crianças não submetidas a período de sono. Foram recuperados inicialmente 7241 estudos, dos quais nove foram incluídos na revisão sistemática, envolvendo um total de 468 crianças. Os resultados sugerem que a aquisição de uma habilidade motora melhora após um período de sono diurno e/ou noturno, quando comparado ao grupo que não dormiu. Foram verificadas diferenças substanciais em relação aos tipos de tarefa motora. A qualidade metodológica, avaliada através da ferramenta Risk of Bias 2 (RoB 2) da Cochrane, indicou alto risco de viés para todos os estudos. |